quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mario de Andrade em Porto Velho




Mário de Andrade em Santo Antônio no Marco Rondon - 1927
  Em 1927 Dona Olívia organiza outra viagem de "descoberta do Brasil", que é assim chamada por Mário de Andrade:"Viagens pelo Amazonas até o Peru, pelo Madeira até a Bolívia, por Marajó até dizer chega." Da viagem participaram apenas D.Olívia, sua sobrinha Mag, Mário de Andrade e Dulce, a filha de Tarsila. Eles vão de navio até Belém de onde seguem de barco pelo Amazonas até Iquitos no Peru. Na volta viajam pelo Madeira-Mamoré, voltam a Belém, seguem para Marajó. Mário realizou mais de 600 fotos e escreveu "O Turista Aprendiz". Além dos registros de viagem onde se pode ver a sempre elegante D.Olívia, Mário realizou também algumas fotos de excepcional qualidade artística. A viagem foi a origem de "Macunaíma" e determinou o interesse de Mário pela produção do Norte do país.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Aula de História Regional em Cacoal


Alunos da Pos Graduação em História Regional da FAP-Cacoal

Nos dias 11 e 12 de dezembro de 2010 tive a felicidade de ministrar aulas da disciplina de História e Geografia da Região Norte em Cacoal na FAP-UNOPAR. Os professores de várias localidades do Estado que são alunos do curso de POS em História Regional puderam compartilhar das minhas experiencias em história de Rondônia no Estado. Quero deixar meu profundo agradecimento a Faculdade e principalmente aos estimados alunos com os quais prezo agora uma forte amizade.

Mestre
Aleks Palitot

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vila Bela, Novas Cachoeiras

Ruínas da Igreja Matriz de Vila Bela no Matro Grosso

Primeira capital de Mato Grosso, a pequena Vila Bela da Santíssima Trindade é um dos municípios com maior potencial turístico de Mato Grosso. No centro de Vila Bela, estão as ruínas de uma catedral do período colonial. Ela é um símbolo da cidade e constitui o marco de uma história que começa em 1752 . Naquela época, a descoberta de riquezas minerais na região do Rio Guaporé fez com que Portugal se apressasse em povoá-la, temendo que os vizinhos espanhóis fizessem o mesmo. Foi, então, criada a Capitania de Mato Grosso e sua capital instalada em 19 de março de 1752 com o nome de Vila Bela da Santíssima Trindade.
O Trilhando a História mais uma vez gravou em Vila Bela, e pode desobrir novas cachoeiras como no caso a do Poço do Goiânio, com um conjunto de cinco cachoeiras. O programa de Via Bela será exibido no mês no final do mês de novembro. 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Gravamos em Cachuela Esperanza - Bolívia

Teatro General Pando - Cachuela Esperanza - Bolívia
Vai ao ar hoje na Rede TV Rondônia canal 17, o Trilhando a História que gravamos em uma cidade histórica na Bolívia denominada Cachuela Esperança situada no norte do país as margens do Rio Beni (Madeira). O lugar foi sede a mais de 80 anos das empresas de Nicola Suarez Dall, conhecido na Bolívia como o rei da borracha. A Estrada de Ferro Madeira Mamoré foi construída principalmente para beneficiar ao Suarez Hermanos no transporte de látex e quinino, produtos lucrativos na época.
O Programa vai ao ar  as 12 horas no Programa Fala Rondônia na Rede TV Rondônia canal 17.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Trilhando a História no Monte Roraima


O programa Trilhando a História recebeu convite da Roraima Adventure, para realizar gravações em Boa Vista-RR, e claro também no famoso Monte Roraima, numa trilha ao mesmo que leva 4 dias até seu topo. A equipe do Trilhando está programando a viagem para dezembro.

Sobre o Monte Roraima: na região, existia uma área indígena da etnia Ingaricó. Em abril de 2005, foi sobreposta pela Terra Indígena Raposa/Serra-do-Sol que inclui o Parque. Com a demarcação da nova área indígena, o Parque será administrado na forma de Gestão Compartilhada entre Funai, Ibama e comunidade Ingaricó.

O Monte Roraima é um dos pontos culminantes do país, com 2.875 m de altitude. Os indígenas venezuelanos (pémons) e brasileiros (ingaricós) o consideram como "A Casa de Macunaima". Os pémons o chamam ainda de "Madre de todas las Águas". O primeiro homem branco a conhecer o Monte Roraima foi o inglês Sir Walter Raleigh que no final do século XVI, estando em busca de tesouros, embrenhou-se pelas Antilhas e cruzou a floresta na região da Guiana. Raleigh teria chegado apenas à base do Monte. Mesmo assim coletou material suficiente para escrever a obra que denominaria “Montanha de Cristal” inspirado em lendas locais. Mais tarde, em 1884, chegaria lá outro inglês, o botânico Everard Im Thum. Este sim subiu ao topo do Monte e deixou relatórios detalhados de sua expedição, o que inspirou o escritor britânico Conan Doyle a criar o romance "O Mundo Perdido", publicado no início do Século XX.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Artigo da Semana

Faces da História

 Quem é analfabeto
É polêmica a definição de analfabetismo. No Brasil, considera-se oficialmente alfabetizado quem sabe escrever um bilhete simples. Mas exitem estudos indicando que quem não foi pelo menos quatro anos à escola pode ser considerado um analfabeto de fato.
Sem esses quatro anos para fixar as letras, a pessoa esqueceria o que aprendeu. Por esse critério, calcula-se que 36,6% dos brasileiros seriam analfabetos. Por trás dessa taxa esconde-se um grave efeito político.

A democracia é o regime que garante a liberdade de todos escolherem seus governantes. Mas só existe liberdade quando se pode optar. E só existe opção quando se tem informação. A capacidade de um analfabeto obter informação e processá-la é muito limitada. Ninguém pode dizer que é livre para tomar o sorvete que quiser se conhece apenas o sabor limão. Para um analfabeto, é muito mais difícil avaliar e comparar as propostas dos candidatos, notar suas contradições, avaliar cada detalhe, informar-se sobre seu passado. Essa dificuldade existe para qualquer pessoa desinformada, seja ela analfabeta ou não.
Para ficarmos em apenas um exemplo, lembramos da eleição de Fernando Collor, em 1989. Apesar das advertências  sobre suas contradições, publicadas em jornais e revistas, ele venceu as eleições presidenciais daquele ano. Havia uma série de dados mostrando a diferença entre o que ele prometia e seu passado, inclusive no campo da moralidade. Ainda assim, no primeiro turno das eleições ele recebeu uma grande quantidade de votos. E a maior parte desses votos veio de pessoas com menor instrução. Ela se sensibilizaram com a promessa de salvação para os “descamisados”.
Collor chegou ao poder, mas logo o perderia, depois de um desgastante processo de impeachment , em que foi acusado de corrupção. Isso apesar de ter ganho a eleição com a  bandeira da moralidade. Esse fato mostra o quanto a educação é importante. Ela é um dos pilares da democracia. Quanto mais politizado for um cidadão, mais difícil será a vida dos demagogos. E não se trata apenas de uma questão política. Trata-se de fazer valer todos os seus direitos. O direito de não morrer numa fila do INSS, e de ter seus direitos trabalhistas garantidos, de ser indenizado por ter ingerido produtos estragados, enfim, de levar uma vida condigna.


                                                                                                           
Aleksander Allen Nina Palitot
O autor é Historiador        

domingo, 26 de setembro de 2010

Melhores do Mundo recebem DVDs do Trilhando

Vinícius, Ivana, Adriano, Aleks, Adriana,Ricardo, Welder, Victor, Carol, Jovane e Dr. Stefanes.  
No dia 24 de setembro após a segunda apresentação do grupo de Comédia Melhores do Mundo composta pelos comediantes, Welder Rodrigues; Victor Leal; Adriana Nunes; Ricardo Pipo; Jovane Nunes e Adriano Siri, ambos receberam do Aleks Palitot e Caroline Stefanes, integrantes do programa Trilhando a História, os DVDs das melhores reportagens em Rondônia. O intuito era fazer com que os atores levassem algo sobre a História de Rondônia e pudessem assim conhecer um pouco mais sobre nossa cultura e identidade.    


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

“Gestão de pessoas e de Ideias”


Colégio Objetivo e Faculdade Porto/FGV apresentam:
O fenômeno Gabriel Chalita, dia 08 de outubro


“Gestão de pessoas e de Ideias”: esse é o tema da palestra que será realizada com Gabriel Chalita, no próximo dia 08 em Porto Velho. A realização é do Colégio Objetivo, Faculdade Porto Velho e Wise Up.

Chalita é referência nacional quando o assunto é Educação. Nascido em 30 de abril de 1969, em Cachoeira Paulista – SP, revelou-se como escritor já aos 12 anos de idade, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, possui mais de 50 publicações, de livros didáticos até tratados sobre ética e filosofia, como por exemplo, “Os dez mandamentos da ética”, “Ética do Rei Menino”, “Pedagogia do Amor”, “Vivendo a filosofia”, “Pedagogia da Amizade” e “Cartas entre amigos” (em parceria com o Padre Fábio de Melo).

Educador por vocação, Gabriel preparou-se cuidadosamente para a função de professor desde a infância, estimulado por uma família entusiasmada com seu talento para o ensino. Foi sempre um observador atento às atitudes de professores próximos e sempre questionava consigo mesmo as técnicas pedagógicas, criando assim um jeito próprio de lidar com todos os tipos de aprendizes. Valeram-lhe, para isso, contatos com grandes profissionais da área educacional em todos os momentos da sua infância e adolescência. 

Escreveu seu primeiro livro aos12 anos, sendo que aos 15 já lançava uma coleção destinada a crianças em idade de catequese. O sucesso da publicação o estimulou a continuar escrevendo, chegando a marca de 50 publicações com mais de seis milhões de exemplares vendidos. 

Entrando em sua formação, Gabriel Chalita fez inúmeros cursos e especializações como: Doutorado em Filosofia do Direito e Doutorado em Comunicação e Semiótica; Mestrado em Direito e em Ciências Sociais; Bacharelado em Direito e Filosofia, além dos diversos cursos e encontros, no Brasil e no exterior, dentre eles: XIX Semana Monográfica de La Education, em Madri; Grupo de Trabalho “Educação para todos” da Unesco, sem deixar de destacar sua participação como membro da Academia Brasileira de Educação e da Academia Paulista de Letras. 

Essa é só uma prévia do currículo e dos feitos desse grande Educador... 
 


8 de outubro - 19h30
Ginásio do Objetivo Und. Mangueiras.
Informações: 
3211.6032 / 8406.0405

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Artigo da Semana

Faces da História

Sangue Negro do Capitalismo
                                                                      

Charlie Chaplin no filme Tempos Modernos
Costuma-se dizer que o capitalismo é um estado natural da humanidade. Assim, se o capitalismo tem suas catástrofes, essas são catástrofes igualmente naturais, sem rosto, sem responsável. Afinal, como responsabilizar o índice Dow Jones? Como odiar uma instituição como o FMI? O Sangue Negro do Capitalismo sempre será uma obra atual, com aspectos essenciais de um modelo econômico, de uma ideologia e de uma política que, na sua prática, têm, ao longo da história e em todo o mundo, produzindo injustiça, discriminação, desigualdade e exclusão social, escravidão, tortura, violência, roubo de terras, imposição de ditaduras, embargos econômicos, devastação ambiental e destruição de modos de vida.
O Capitalismo ganhou e sua robusta versão mafiosa pisa sobre os despojos de seus inimigos. Que adversário real pode existir ainda? Para mim, um simples historiador, o adversário é a multidão civil envolvida no processo:
O fantasma daquela multidão deportada da África para as Américas, que ao longo da América colonial, foram explorados e martirizados pelos senhores de engenho; ou  daqueles sacrificados nas trincheiras de uma guerra absurda, como a da Primeira Guerra Mundial; ou então daqueles queimados vivos no Napalm durante a Guerra do Vietnan, até mesmo os torturados até a morte nas celas dos cães-de-guarda do capitalismo; os fuzilados na África ou na Ásia , os fuzilados no Iraque, as centenas de milhares de massacrados na Indonésia, os que foram sistematicamente assassinados na China para garantir a livre circulação do ópio. De todos aqueles, as mãos dos sobreviventes receberam a chama da revolta do homem a quem a dignidade foi negada. As mãos quase inertes das crianças do Terceiro Mundo diariamente mortas aos milhares pela subnutrição na Somália e no Congo, as mãos descarnadas dos povos condenados a pagar os juros de uma dívida que serviu apenas para enriquecer seus dirigentes, as mãos trêmulas dos que mendigam ao lado da opulência. Mãos que ainda irão se unir.  
Não precisamos ir tão longe para perceber que da mesma maneira que o capitalismo seguido da modernidade e seus benefícios, não trás  embutido em seu produto as fórmulas para seus efeitos colaterais. Efeitos  que sentimos todos os dias, nas mais divérsas áreas de nossas vidas. Quem já não percebeu os assaltos em pleno crescimento em Porto Velho, ou até mesmo a saúde  precária e ineficiência dos orgãos públicos. Quantos de nós já pagamos caro pelas contas e juros mal calculados e cobrados de man eira arbitrária, por que não dizer de nossos representantes políticos de Rondônia .  
Por isso, cada um de nós, jovens na idade ou no espírito,  devemos lembrar sempre, que os fatos históricos e o PASSADO são a dimensão viva do PRESENTE, Nós somos a dimensão viva do FUTURO.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Trilhando no Museu Paulista


Repórter Cinematográfico Reinaldo Caverna em frente ao Museu - 2010 
O terceiro e último programa da série em São Paulo, o Trilhando a História continua abordar os valores históricos do Museu conhecido também como Ipiranga. O programa buscou revelar para todos a riqueza cultural do museu e seu conteúdo histórico. O programa têm a proposta de retornar ao museu em 2011 para fazer novas matérias. Uma delas será sobre as fotografias da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, que se encontram preservadas e guardadas como acervo do museu.     

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Artigo da Semana

Faces da História 

O Império do Medo


Seis militares americanos, bastante cansados, estendem os braços e desfraldam o pavilhão da Old Glory (bandeira americana)  numa ilha do Pacífico chamada Iwo Jima no território japonês na Segunda Guerra. Uma menina, com a fisionomia contorcida pelo terror, foge da explosão de napalm (bomba) num arrozal vietnamita. Um grupo de iraquianos arrasta pelo solo do deserto o corpo de um americano, com marcas de maus-tratos e despido do seu uniforme. Uma simples imagem eloquente basta para contar, num instante, toda a história épica da guerra. A Geração Heróica da II Guerra Mundial. O atoleiro do Vietnã. O fiasco do Iraque. Mas, no que concerne à arrogante futilidade da guerra preventiva, e às desventuras inconsistentes e fantásticas do ex presidente Bush no Afeganistão e no Iraque, é simples contar a estória assim, de maneira simplista e negando os detalhes, tudo é a ponta de um iceberg, o detalhe maior do bloco de gelo se encontra em baixo dágua. Ou seja, uma foto só não basta.

Já faz mais de 7 anos que o Iraque foi invadido, e a aventura da guerra preventiva vem durando há mais tempo ainda, mas tudo indica que a estratégia do ex presidente Bush falhou. Não haverá uma transição fácil para a democracia em Bagdá, com as nações vizinhas ao Iraque caindo como peças de dominó numa fileira democrática; não haverá uma permanente pacificação do Afeganistão, mesmo que Osama Bin Laden seja capturado; não haverá uma solução militar nos moldes da Pax Americana para a desordem e a tirania no mundo não-democrático; não haverá uma satisfatória recompensa para a boa vontade americana, nenhuma homenagem aos americanos que se descrevem como libertadores; e não haverá vitória decisiva na guerra contra aquilo que eles chamam de terrorismo, ou na batalha para garantir uma segurança nacional estável. O Império do Medo, embora tenha sido promovido sob a égide da liberdade, não reinará em nome da liberdade.
Os Estados Unidos, como qualquer outra nação, vão ser julgados e deveriam julgar a si mesmos pelo que fazem, e não pelo que dizem, pois, a guerra preventiva previne não o terrorismo, mas a democracia. A exemplo de outros povos, os americanos são uma mistura de nobreza e mesquinharia, de elevadas aspirações e constante incapacidade de subir ao nível delas: a primeira grande república moderna e, durante mais de oitenta anos, uma república de escravos.
A busca da liberdade deve ser feita com humildade, e humildade requer moderação. Por isso os americanos não dão a resposta e a justificativa de tanta crueldade promovida pelo governo do Império do Medo diante dos países invadidos. Mas, tenho para mim , que o medo não pode ser considerado uma arma democrática apropriada contra o terrorismo. “Choque e horror” é um slogan que convém mais ao terrorismo; ao adotá-lo, a democracia corre o risco de negar sua essência liberal e se tornar uma ditadura disfarçada de república.
                                                                                                           
Aleksander Allen Nina Palitot
O autor é Historiador        

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Bandeirantes de Rondônia

Estátua de Raposo Tavares no Museu Paulista

Hoje no Trilhando a História teremos um programa gravado em São Paulo no Museu Paulista, a idéia foi mostrar a história dos bandeirantes Raposo Tavares e Manuel Félix, que vieram para a região Guaporeana no século XVII e fazem parte de um momento histórico importante de Rondônia. Serão exibidos quadros em óleo que representam as moções, missões religiosas e o ciclo da caça ao índio. O ponto máximo da matéria são os reservatórios de cristal das águas dos rios da Amazônia, e na reportagem evidenciamos a do Rio Madeira que se encontra no Museu. 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Expedição Guaporé Objetivo 2010

Expedição Guaporé do Colégio Objetivo - Forte Príncipe 2010

No dia 2 de setembro os aventureiros da Expedição Guaporé 2010 do colégio Objetivo, partiram de Porto Velho com destino a Costa Marques, mas antes deram uma parada estratégica em Ouro Preto para uma aventura radical no Park Coimbra, lá eles tiveram a oportunidade de fazer três modalidades de tirolesa. No mesmo dia, seguiram a Costa Marques, onde no dia 3 foram explorar o famoso Real Forte do Príncipe da Beira construído em 1776 as margens do rio Guaporé, representação do mais antigo monumento histórico de Rondônia. Localizado no município de Costa Marques, à margem direita do rio Guaporé, na área denominada Príncipe da Beira, o velho Forte faz parte do Patrimônio Histórico Nacional, inscrito no livro de Tombo das Belas Artes, através do decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937. Durante a visita ao município de Costa Marques, alunos do terceiro ano do Colégio Objetivo conheceram O Real Forte Príncipe da Beira mais detalhadamente. Tiveram aulas de Geografia e História. O ponto alto da visita foi uma aula dentro da prisão do Forte, onde puderam  observar as inscrições nas paredes feitas por prisioneiros da época, além de conhecer toda a estrutura. A construção do Forte foi uma conseqüência direta do Ciclo do Ouro e marcou o primeiro processo de colonização do espaço físico que constitui o Estado de Rondônia. Lá também os alunos puderam aprender, sobre a história da colonização portuguesa na Amazônia, a exploração da região e sua cultura. Próximo daquele local os alunos visitaram o museu do forte onde estão guardados artefatos, objetos e peças antigas encontradas em escavações.

Gravação do Trilhando a História no Forte Príncipe - Aleks Palitot e Reinaldo Caverna 

Pela tarde os aventureiros encararam uma trilha de 5 quilômetros em direção as ruínas do Forte Bragança, mais antigos que o Forte Príncipe da Beira. Lá puderam aprender sobre as missões religiosas, os conflitos e sobre as biodiversidades da Amazônia.
No dia 4 de setembro, a turma encarou uma caminhada no Parque das Pedras, tiveram uma aula de Geografia com a Professora Sueli. O local é bastante conhecido pela natureza diferenciada, com a presença de orquídeas, bromélias, flores, plantas e rochas. Seguindo o roteiro da expedição, os alunos embarcaram no navio Dom Lucas no Rio Guaporé até a localidade dos quilombolas de Santa Fé, onde além de aprenderem a história da comunidade, puderam interagir através das doações que fizeram a comunidade. Essas doações continham material escolar, kits higiênicos e livros para escola dos quilombolas.
A grande lição dos cinco dias de aventura, foi principalmente a solidariedade dos alunos para com as comunidades tradicionais do Guaporé, contribuindo não apenas com livros e cadernos para o auxilio do empoderamento dos mesmos quanto a educação e sua formação intelectual, mas também para uma maior integração de realidades tão distintas do jovem da cidade em relação as comunidades tradicionais.
 
     

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Trilhando a História dessa Terça


Nessa semana o Trilhando explorou mais uma vez o perímetro urbano antigo de Porto Velho, gravando no antigo Clube Internacional hoje Ferroviário Atlético Clube, depois gravou na praça Marechal Rondon, onde revelou uma antiga estrutura denominada Palácio Rui Barbosa construída em 1954, e demolida em 1980. Em seguida o programa foi até o antigo prédio Feitoza e contou também sua história. O programa encerra no Pioneiros PUB, lugar em bairro tradicional que tem como proposta homenagear os Pioneiros de Rondônia.
    

domingo, 22 de agosto de 2010

Obrigado GLOMARON

Homenagem pelo Dia do Historiador


Aleks Palitot e Juscelino Amaral Grão Mestre da GLOMARON 


A Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia - GLOMARON, confere à Aleksander Allen Nina Palitot esta placa de agradecimento pela participação no Jubileu de Prata da Glomaron, proferindo a Palestra Jorge Teixeira de Oliveira, a qual contribuiu sobremaneira para o sucesso do evento que foi prestigiado pelas Grandes Lojas de todo o país. Reconhecemos ainda o trabalho desenvolvido pelo brilhante professor na busca e preservação da história do Brasil e Rondônia.
Dado e traçado no Gabinete do Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia, aos 21 dias do mês de agosto de 2010. 

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O Historiador

Arrumando a mochila para Trilhar uma nova história


O talento do historiador consiste em compor um conjunto verdadeiro com elementos que são verdadeiros apenas pela metade.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dia do Historiador

 O Grande Historiador Brasileiro

Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo ( Recife, 19 de agosto de 1849 - Washington, 17 de janeiro de 1910) foi um brasileiro políticodiplomatahistoriadorjuristajornalista e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.
Foi um dos grandes diplomatas do Império, além de orador, poeta e memorialista. Além de "O Abolicionismo", "Minha Formação" figura como uma importante obra de memórias, onde se percebe o paradoxo de quem foi educado por uma família escravocrata, mas optou pela luta em favor dos escravos . Nabuco diz sentir "saudade do escravo" pela generosidade deles, num contraponto ao egoísmo do senhor. "A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil", sentenciou.

Joaquim Nabuco - Recife - PE

O Grande Historiador de Rondônia

Biografia, segundo informações da Academia de Letras de Rondônia : Desde 1954 escreveu em Jornais, ora no "0 Guaporé, ora no Alto Madeira", crônicas quase na sua totalidade versando sobre fatos ocorridos há alguns anos passados.
Por isso, intitulou essas crônicas de "HISTÓRIA ANTIGA".
É pioneiro filho de pioneiro, chegando aqui em Porto Velho trazido pelo pai, quando tinha apenas oito anos de idade.
Aqui estudou, fazendo o curso primário. Aos 14 anos, passou a trabalhar na Madeira-Mamoré, a lendária Estrada de Ferro. Alguns anos depois, trabalhou na Fordlandia, por cinco anos e, em 1932, serviu ao Exército, voltando em 1933 à Porto Velho, onde passou a trabalhar na Caixa de Aposentadoria dos Ferroviários e na Madeira Mamoré.
Em 1943, com a criação do Território, ESRON passa a ser um dos organizadores da Guarda Territorial aonde chegou a exercer o comando e, posteriormente, em 1952, também é encarregado de dar os primeiros passos para a organização do Corpo de Bombeiros, fazendo curso de Bombeiro Técnico no Rio de Janeiro. 


Em 1953, foi delegado de polícia na área dos garimpos, escrivão eleitoral em 1958, assistente militar do governador Paulo Nunes Leal e, em 1960, Delegado do Governo do território junto às firmas construtoras da BR-29 (depois 364).
Veio a se aposentar no serviço público em 1962, quando passou a exercer atividades diversas em empresas privadas. 
Em 1969 comandou o Corpo de Bombeiro, foi secretário da extinta ARENA entre 1975/1976 e,exerceu por muito tempo, a função de assessor especial para assuntos legislativos na Prefeitura Municipal de Porto Velho.
A este homem de vida tão vivida, ainda restou tempo para nos brindar com relatos de fatos,de nossa terra e nossa gentes, através do seu "RETALHOS PARA A HISTÓRlA DE RONDÔNIA" - onde aborda diversos assuntos, como a evolução dos transportes em Rondônia, os homens que fizeram história, desde Rondon até Jorge Teixeira, os municípios que já existiam e os criados, a criação do Território e a elevação deste a Estado etc. 

domingo, 15 de agosto de 2010

Trilhando a História em Abunã

Aleks Palitot e Reinaldo Caverna
No dia 13 de agosto (sexta-feira) os aventureiros do Trilhando a História; Aleks Palitot, Reinaldo Caverna e Lawrence Pataka, pela BR 364 chegaram a localidade de Abunã, onde existem vários sítios arqueológicos e históricos, inclusive parte da estrutura da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. O material que está sendo produzido terá o intuito de revelar uma parte da história de Rondônia desconhecida.
Entre 1927 e 28, veio  a Porto Velho o escritor Modernista Mário de Andrade, que naquela época havia realizado uma expedição pela Amazônia em busca de conhecer sobre a vida dos moradores da floresta. Essa expedição rendeu uma obra literária denominada " O Turista Aprendiz". Mário percorreu todo o trecho da linha férrea até Guajará e, depois foi com destino a Manaus capital do estado do Amazonas.


 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Gravações em Candeias e Itapuã

José Calixto, Reinaldo Caverna e Aleks Palitot

Amanhã o Trilhando a História vai mostrar a todos, os dois marcos de limitação construídos por Marechal Rondon em 1912. Estes se encontram um em Porto Velho na localidade de Santo Antônio e o outro em Candeias do Jamari. As duas localidades no passado eram os limites entre os Estados do Amazonas e Mato Grosso, e regiões de muitos seringais.
Além dos dois marcos, a equipe gravou em Itapuã do Oeste, onde aconteceu um Fest Treatlon nas proximidades dos rio Jamari. No passado a Região era uma paragem de pequenas embarcações que transportavam pelas de borracha e outras matérias primas extraídas da floresta. O programa vai ao ar no dia 10 de agosto ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia.    

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Trilhando vai ao Marco Rondon em Candeias

Leny, José Calixto, Aleks Palitot e Reinaldo Caverna
No sábado passado o Trilhando a História com toda sua equipe, foi ao encontro de um marco de divisa dos Estados do Amazonas e Mato Grosso, construído pelo sertanista Marechal Rondon em 1912, o marco está escondido em meio a vegetação próximo a área urbana do município de Candeias do Jamari. O programa vai ao ar nessa terça-feira ao meio dia no Fala Rondônia na Rede TV canal 17.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Na Trilha da História


O Resultado das gravações do programa Trilhando a História em São Paulo no Museu Paulista, rendeu a equipe do programa, mais de duzentos e-mails parabenizando pelo trabalho de imagens, edição e matérias. Foram três programas que abordaram não somente a temática de Independência do Brasil, mas, também a relação do Museu com Rondônia, já que temos no ambiente, vários espaços destinados a relembrar a atuação dos Bandeirantes Paulistas que passaram por Rondônia no século XVII. O mais interessante foi que a equipe descobriu que existe no museu um espaço, destinado as águas dos rios da Amazônia, é lá temos a água do nosso conhecido Rio Madeira, por onde passou a figura do bandeirante paulista Antônio Raposo Tavares.  
Nas próximas edições do Trilhando a História, os telespectadores poderão conhecer um pouco mais sobre a história do Amazonas, onde foram gravados dois programas, e já é pauta das próximas aventuras, uma série de reportagens sobre a história do Estado Acre, vizinho de Rondônia, onde temos também uma relação histórica, pois, a Revolução Acreana possibilitou através do Tratado de Petrópolis assinado entre Brasil e Bolívia, a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, dando origem a cidade de Porto Velho.    
A nova série de programas em Rondônia vai ao ar a partir de junho até julho na Rede TV Rondônia, canal 17, ao meio dia no programa Fala Rondônia apresentado pelo jornalista Domingues Júnior, e em horários alternativos no canal 25.   

 Aleks Palitot         



sexta-feira, 11 de junho de 2010

Gravações em Manaus - Linha do Tempo



Catedral Metropolitana de Manaus localiza-se na cidade de Manaus, estado do Amazonas, no Brasil.
É a igreja matriz da cidade, remontando aos missionários carmelitas que, em 1695, ergueram a primitiva Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Esta obra rústica foi reconstruída pelo então presidente da Província Manoel da Gama Lobo D’Almada, que fez ampliar as suas instalações. A nova obra, entretanto, foi destruída por um violento incêndio em 1850.
A atual edificação é em estilo grego, com grande parte do material importado da Europa, principalmente de Portugal; é o caso dos seis sinos de fundição portuguesa da capela-mor do batistério e dos três altares, tudo em pedra de lioz vinda de Lisboa. As telhas vieram de Nova Rainha (hojeParintins).
Em 1862 foi criada a Diocese do Amazonas, sendo a Igreja de N. S. da Conceição elevada a Catedral e inaugurada oficialmente em 1877.
A Catedral ainda conserva, à direita de sua entrada principal um mausoléu com os restos mortais de Dom Lourenço Costa Aguiar, bispo à época de sua fundação.
A Catedral já recebeu a visita do papa João Paulo II, em 1980, quando visitou a cidade de Manaus. A cadeira que ele utilizou ao celebrar a missa campal na cidade, até hoje está guardada no museu da igreja.

O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Linha do Tempo em Manaus

  O Trilhando a História fez um resgate histórico dos prédios antigos de Manaus, capital do Estado do Amazonas, região que Porto Velho já fez parte, quando o Governador Jônatas Pedrosa criou o município que é capital de Rondônia. Um dos lugares que visitamos foi o   conjunto arquitetônico da Alfândega e Guarda Moria foi tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1987, junto com o Complexo Portuário. Inaugurados oficialmente em 1906, os dois prédios foram construídos pela firma inglesa Manaos Harbour Limited, como parte do contrato de concessão do Porto de Manaus. Em estilo eclético, com elementos medievalistas e renascentistas, trata-se do primeiro prédio pré-fabricado do mundo. O prédio da Guarda-Moria, com sua torre e farol edificados com o mesmo material e estilo da Alfândega, completa o complexo. O edifício da Alfândega foi construído em blocos de tijolos aparentes, pré-montados e importados da Inglaterra, uma reprodução dos prédios londrinos do início do século. 
O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Museu Paulista - Bandeirantes


Hoje no Trilhando a História continuaremos nossa jornada no Museu Paulista (Ipiranga) em São Paulo, onde tivemos a oportunidade de gravar três programas. O foco do programa de hoje será a atuação do Bandeirantes, sertanistas e moções no Vale do Guaporé e rio Madeira em Rondônia. O museu possui um acervo magnífico de pinturas em óleo que representam esse momento na história. O mais curioso é que na escadaria principal temos armazenado em cápsulas de cristal, as águas dos rios da Amazônia levada pelos bandeirantes, inclusive a água do nosso Rio Madeira.  
O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nessa terça no Trilhando

Nessa terça-feira no Trilhando a História o programa esteve na cidade de São Paulo no Museu Paulista (Ipiranga) granvando sobre a Independência do Brasil. O foco foi o quadro Independência ou Morte de Pedro Américo, onde foi abordado todo o processo de emancipação política do Brasil e seus reflexos.
O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A equipe do Trilhando visita a Rede TV Nacional

Convite da Manhã Maior para o Trilhando

As gravações do Trilhando a História em São Paulo rendeu depois, uma visita a Rede TV Nacional. Uma recepção impecável por parte dos responsáveis da Rede que nos receberam. Com certeza um destes foi o Diretor Executivo Rogério Simons que nos mostrou toda a estrutura de primeiro mundo da TV, e claro nos contou das novidades que virão na grade de programação de 2010. Foi nessa visita que algo casual aconteceu,pois, conhecemos um dos apresentadores da Rede, do programa Manhã Maior, Arthur Veríssimo, que já conheceu o Trilhando a História e quer gravar em Rondônia, e nos convidou para participar de uma gravação nacional.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Grito do Ipiranga

O programa Trilhando a a História conseguiu seu objetivo, gravar no Museu Ipiranga e abordar principalmente sobre o quadro de Pedro Américo, Independência ou Morte produzido entre 1886-88 para comemorar a Independência do Brasil. O quadro é enorme no tamanho e claro na beleza, apesar de claro representar uma visão elistista e positivista da emancipação política do Brasil. Nós gravamos com a especialista no assunto professora doutora Cecília Helena, que com muita propriedade nos falou sobre a pintura e sobre a história do museu. 
O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sucesso nas Gravações do Museu Paulista


No dia Internacional do Museu o Trilhando a História chegou a cidade de São Paulo, para gravar uma série de três programas sobre a Independência do Brasil no Museu Ipiranga ( Paulista). As gravações duraram o dia inteiro do dia 17 e a equipe teve toda a ajuda e parceria com a equipe do Museu-USP, que não mediu esforços para prestar toda orientação possível sobre as alas de exposição do monumento. O programa entrevistou a Diretora do Museu, a historiadora Dr. Cecília Helena, que nas sonoras falou sobre a trajetória do museu e de sua principal tela exposta no recinto nobre do lugar, o quadro de Pedro Américo, O Grito do Ipiranga. 
O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.


quinta-feira, 13 de maio de 2010

Gravações em Manaus



O Trilhando a História no final do mês de maio vai a Manaus e a Presidente Figueiredo, dois lugares ricos em história e claro em natureza, o principal foco do programa será o Teatro Amazonas, Zona Franca e as cachoeiras de Figueiredo.
O Teatro Amazonas é um belo teatro brasileiro, o segundo maior da Amazônia - superado apenas pelo Teatro da Paz, em Belém). O teatro, inaugurado em 1896, é uma das expressões mais significativas da riqueza criada na região, durante o ciclo da borracha.
A história do inicia-se em 1881, quando o deputado A. J. Fernandes Júnior apresentou o projeto para a construção de um teatro em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas e começaram as discussões a respeito da construção do prédio. Manaus, que vivia o auge do ciclo da borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, assim, era uma exigência da época.
O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883. No entanto, em meio às discussões a respeito do local para a edificação e os custos da obra, a pedra fundamental só foi lançada em 1884. As obras transcorreram de forma lenta e somente no governo de Eduardo Ribeiro, no apogeu do ciclo da borracha, a construção tomou impulso. Foram trazidos arquitetos, construtores, pintores e escultores da Europa para a realização da obra. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do salão nobre, área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis.
O teatro foi finalmente inaugurado no dia 31 de Dezembro de 1896.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010

O Grito do Ipiranga


"INDEPENDÊNCIA OU MORTE" ou "O Grito do Ipiranga" de Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
O quadro feito em 1888, atualmente no salão nobre do Museu Paulista da USP, é a principal obra do museu e a mais divulgada de Pedro Américo. O nome original dessa tela é "Independência ou Morte" mas ficou conhecida como "O Grito do Ipiranga".  A tela mede 7,60 x 4,15 m, tratando-se de uma tela retangular que representa a cena de Dom Pedro I proclamando a independência do Brasil. Na tela também aparecem:

-à direita e à frente do grupo principal, em semicírculo, estão os cavaleiros da comitiva;

-à esquerda, e em oposição aos cavaleiros, está um longo carro de boi guiado por um homem do campo que olha a cena curiosamente.

-Essa obra foi encomendada pelo governo imperial e pela comissão de construção do monumento do Ipiranga, antes que o Museu do Ipiranga existisse, e foi completado em Florença em 1888.

O artista se preocupava em estudar todos os detalhes de seus quadros, como roupas, armas e os tipo físicos das pessoas. Para a produção deste quadro, ele se dirigia freqüentemente ao bairro do Ipiranga para conhecer-lhe a luz, a topografia e outros aspectos.
O Trilhando a História vai ao ar todas as terças ao meio dia na Rede TV Rondônia, no Fala Rondônia canal 17 e em horários alternativos no canal 20 e 25.