segunda-feira, 29 de março de 2010

Amanhã no Trilhando a História



O Trilhando a História amanhã continua sua saga na cidade sagrada de Machu Picchu, descemos do Portal do Sol e nos direcionamos a Roca Sagrada e os Templos do Sol e da Lua. As gravações nesse dia foram difíceis por vários motivos, em virtude da chuva constante e do frio muito intenso.Mas no final tudo deu certo, a imagens ficaram perfeitas e conteúdo da matéria vocês poderão conferir amanhã no Programa Fala Rondônia, na Rede TV Rondônia canal 17 ao meio dia. Em horários alternativos na NGT - Shop Tour no canal 25.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Gravando em Rondônia

Depois de uma temporada de gravações no Peru a equipe do Trilhando a História começa a gravar os primeiros programas de 2010 em locações em Rondônia. Os primeiros programas serão gravados em Porto Velho capital do Estado e Candeias do Jamari município de grande potencial turístico. Em Porto Velho serão gravados programas nas Igrejas Católicas antigas da região, serão evidenciados o passado histórico e importante dos jesuítas, párocos e salesianos na região no Madeira, e claro a história de cada edificação construída pelos mesmos na capital. Também serão gravados programa na Base Aérea de Porto Velho e no Aeroporto, qual será o principal foco da matéria, pois será evidenciado o passado glorioso da aviação em Rondônia.

Em Candeias do Jamari serão dois programas a serem produzidos, uma corrida de bike sped pela BR 364 de Porto Velho até Candeias, depois um passeio de caiaque pelos rios daquele município em lugares que foram seringais no segundo ciclo da borracha. Também será gravado uma tomada no marco divisório construído pela comissão Rondon naquela cidade,e por final um rapel na Ponte do Rio Candeias.

A nova série de programas em Rondônia vai ao ar a partir de abril na Rede TV Rondônia, canal 17, ao meio dia no programa Fala Rondônia apresentado pelo jornalista Domingues Júnior, e em horários alternativos no canal 25.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Trilhando a Comédia

Fico muito feliz que Porto Velho está recheada de eventos culturais em 2010, me refiro ao stand up comedy do Circuito de Humor comandados por Fred Perillo e Domingues Júnior, que vêm fazendo grande sucesso na cidade. Pude comprovar isso no grande evento promovido por eles na cidade nesse mês de março, com a vinda de três grandes humoristas; Maurício Meirelles, Bruno Motta e Murilo Gun, que fizeram a todos que foram ao FestandUP no Peixe Beer rirem bastante.
Na oportunidade tive o prazer de dar de presente ao Trio da Comédia, os DVDs do Trilhando a HIstória para que pudessem levar um pouco da nossa cultura para seus lares.


O terceiro programa exibido ontem na Rede TV Rondônia, levou todos a conhecer um poucos mais sobre a cidade sagrada de Machu Picchu. Nós visitamos as ruínas históricas da cidade, focando cada detalhe deste lugar histórico, onde conseguimos realizar uma caminhada de 4 horas até o Portal do Sol, ponto máximo de Machu Picchu. A segunda parte desse programa será exibido na semana que vêm. Não percam a continuação dessa aventura na terça-feira que vêm no Rede TV, no Fala Rondônia ao meio dia no canal 17!

terça-feira, 23 de março de 2010

Noite no centro histórico de Cuzco

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O quinto programa que gravamos em Cuzco foi algo bem diferente do que já fizemos no Peru. Conhecemos a verdadeira noite cuzqueña, visitando praças históricas, como a praça das Armas, os guetos espanhóis, as catedrais e igrejas coloniais do século XVII. Um dos pontos máximos da matéria foi a visita a pedra de 12 ângulos, marco da cultura INca e finalizamos em um restaurante chamado Pisku, que funciona no centro de Cuzco em um antigo Casarão Colonial Espanhol. A comida era divina (Trio Peruano e Lloma a la Plantta) e os vinhos e drinks espetaculares. Confiram nessa semana o melhor da noite cuzqueña no Trilhando a História na terça-feira ao meio dia, no canal 17 - Rede TV Rondônia no programa Fala Rondônia. E na NGT canal 25 ( Shop Tour) em horários alternativos.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Chamada do Trilhando a História

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História do Estado de Rondônia

História do Estado de Rondônia

Situado na Região Norte, na divisa com Amazonas, Mato Grosso e Bolívia, o estado possui dois terços de sua área cobertos pela floresta Amazônica. O cerrado recobre os pontos mais altos do território – a chapada dos Parecis e a serra dos Pacaás, onde há um parque nacional. O clima predominante é o equatorial, com chuvas abundantes e temperatura média anual de 26°C.A capital, Porto Velho, nasce a partir de núcleos populacionais que se formam em torno das instalações da ferrovia Madeira–Mamoré, megaprojeto idealizado por norte-americanos e ingleses, que começa a ser construída em 1907. Desativada definitivamente em 1972, possui um trecho de 7 km a partir de Porto Velho em funcionamento para atender ao turismo.Até o início da década de 90, recebe um grande número de migrantes em decorrência da euforia econômica estimulada, entre outros fatores, por investimentos federais nas décadas de 60 a 80. Em 1990 a população ultrapassa 1,1 milhão de habitantes. Rondônia possui hoje a maior densidade demográfica entre os estados da Região Norte. A urbanização, porém, é baixa: 38% da população ainda permanece no campo.

Em meados da década de 90, o crescimento demográfico apresenta sinais de declínio.Expansão da pecuária – A atividade agropecuária, de baixo padrão tecnológico, ocupa 37% da área estadual e concentra-se sobretudo na porção leste. Nos últimos anos se verifica uma redução da área destinada às lavouras, que ocorre paralelamente ao crescimento da pecuária. O rebanho bovino, destinado principalmente ao corte, aumenta de 770,5 mil para 3,9 milhões de cabeças entre 1985 e 1996. No campo persistem conflitos pela posse da terra, que envolvem grupos indígenas, posseiros e garimpeiros.Com a economia limitada à agropecuária e ao extrativismo vegetal e mineral, um dos grandes problemas do estado é a falta de infra-estrutura urbana. A escassa produção de energia elétrica é um dos obstáculos para o incremento do setor industrial. Destacam-se indústrias de laticínios e frigoríficos, na região do município de Ouro Preto do Oeste, e de móveis, em Ji-Paraná.

Como a maioria dos estados da região da floresta Amazônica, Rondônia enfrenta problemas como o garimpo informal e a devastação da floresta. Estimativa da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia revela que a área total desmatada da região atinge cerca de 5.000.000 de ha em 1997, o que corresponde, aproximadamente, a 20% da área estadual. O aumento foi de 20,6% apenas nos últimos dois anos. Um dos principais motivos para o avanço do desmatamento é o crescimento da pecuária extensiva.
FATOS HISTÓRICOS – Os primeiros colonizadores portugueses começam a percorrer o atual estado de Rondônia no século XVII. Somente no século seguinte, com a descoberta e a exploração de ouro em Goiás e Mato Grosso, aumenta o interesse pela região. Em 1776, a construção do Forte Príncipe da Beira, às margens do rio Guaporé, estimula a implantação dos primeiros núcleos coloniais, que só se desenvolvem no final do século XIX com o surto da exploração da borracha. No início do século XX, a criação do estado do Acre, a construção da ferrovia Madeira–Mamoré e a ligação telegráfica estabelecida por Cândido Rondon representam novo impulso à colonização. Em 1943 é constituído o Território Federal de Guaporé, com capital em Porto Velho, mediante o desmembramento de áreas pertencentes aos estados de Mato Grosso e Amazonas. A intenção é apoiar mais diretamente a ocupação e o desenvolvimento da região, que em 1956 passa a se chamar Território de Rondônia. Até a década de 60, a economia se resume à extração de borracha e de castanha-do-pará.O crescimento acelerado só ocorre, de fato, a partir das décadas de 60 e 70.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Marechal Rondon


Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Mimoso, no estado do Mato Grosso, no dia 5 de maio de 1865. Filho de Cândido Mariano da Silva e Claudina de Freitas Evangelista da Silva, perdeu os pais muito cedo e foi criado em Cuiabá pelo tio, de quem herdou e incorporou o sobrenome "Rondon".
Tornou-se professor primário aos 16 anos mas optou pela carreira militar servindo como soldado no 2o Regimento de Artilharia a Cavalo, e ingressando dois anos depois na Escola Militar da Praia Vermelha. Em 1886 entrou para a Escola Superior de Guerra onde assumiu um papel ativo no movimento pela proclamação da República. Fez o curso do Estado Maior de 1ª Classe e foi promovido a alferes (atual "aspirante-aoficial"). Graduou-se como bacharel em Matemática e em Ciências Físicas e Naturais e participou dos movimentos abolicionista e republicano por volta de 1890.
Em 1889, Rondon participou da construção das Linhas Telegráficas de Cuiabá, assumindo a chefia do distrito telegráfico de Mato Grosso, e foi nomeado professor de Astronomia e Mecânica da Escola Militar, cargo do qual se afastou em 1892. Entre 1900 e 1906 dirigiu a construção de mais uma linha telegráfica, entre Cuiabá e Corumbá, alcançando as fronteiras do Paraguai e da Bolívia. Começou a construir a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antonio do Madeira, em 1907, sua obra mais importante. A comissão do Marechal foi a primeira a alcançar a região amazônica. Nesta mesma época estava sendo feita a ferrovia Madeira-Mamoré, que junto com a telegráfica de Rondon ajudaram a ocupar a região do atual estado de Rondônia.
Rondon fez levantamentos cartográficos, topográficos, zoológicos, botânicos, etnográficos e lingüísticos da região percorrida nos trabalhos de construção das linhas telegráficas. Por sua contribuição ao conhecimento científico, recebeu várias homenagens e muitas condecorações de instituições científicas do Brasil e do exterior.
Foi convidado pelo governo brasileiro para ser o primeiro diretor do Serviço de Proteção aos Índios e Localização dos Trabalhadores Nacionais (SPI), criado em 1910. Incansável defensor dos povos indígenas do Brasil, ficou famosa a sua frase: "Morrer, se preciso for; matar, nunca."
Entre 1919 e 1925, foi diretor de Engenharia do Exército e, após sucessivas promoções, chegou a general-de-divisão. Em 1930, solicitou sua passagem para a reserva do Exército. Nos anos 40 virou presidente do Conselho Nacional de Proteção aos Índios (CNPI), cargo em que permaneceu por vários anos. Em 1955, o Congresso Nacional conferiu-lhe a patente de marechal. E no ano seguinte, o então estado de Guaporé, passou a ser chamado de Rondônia em homenagem ao seu desbravador. Faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1958, com quase 93 anos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Estrada de Ferro Madeira Mamoré

Trem inaugural (1910) do primeiro trecho parcial da EFMM. Ao lado, Santo Antônio e a primeira linha A Estrada de Ferro Madeira Mamoré, localizada no interior da Floresta Amazônica, é uma das menos conhecidas e mais faladas ferrovias nacionais e quem sabe do mundo, pois ainda hoje são grandes a mística, as lendas e as histórias que cercam sua idealização, construção e operação nos confins do Brasil,por um punhado de homens corajosos e decididos, que levaram o progresso a uma região até então virtualmente inexplorada e selvagem, pagando para isso um preço altíssimo em termos de vidas humanas perdidas, reputações criadas e destruídas, perdas materiais e muitos atos de heroísmo e lições de dedicação, etc...Delírios ufanistas, razões de ordens estratégicas e econômicas, sonhos da descoberta de um "Eldorado" na região, muitas foram as motivações que levaram milhares de pessoas a entregarem suas vidas e sua saúde nesse empreendimento, bem como foram muitas as empresas Brasileiras, Americanas e Inglesas que, visualizando um futuro de enormes riquezas na região, acabaram afundando-se em dívidas e falindo fragorosamente, apesar das imensas somas de recursos nacionais e estrangeiros, particulares (privados) e governamentais injetados na costrução dessa estrada de ferro, tudo isso contribuindo para cunhar para a estrada expressões do tipo "Ferrovia Amaldiçoada", "A estrada dos trilhos de ouro", "A estrada onde morreu uma pessoa para cada dormente colocado" e a que define realmente o que foi a construção da ferrovia, no nosso entender, quando a ela refere-se o jornalista Manoel Rodrigues Ferreira como "A Ferrovia do Diabo".

segunda-feira, 15 de março de 2010

Programa de Ollantaytambo


Amanhã no Trilhando a História teremos uma trilha de bike nas Montanhas de Cuzco no Peru, e continuamos em uma visita a cidade histórica de Ollantaytambo, que era para os Incas um lugar sagrado e próprio para estudos astronômicos. As imagens maravilhosas foram feitas pelo repórter cinematográfico Reinaldo Caverna, edição de Lawrence Pataka, abertura nova de Pedro Lourenço, trilha musical por Caroline Stefanes e direção Augusto Peluccio e Marcelo Suzukki.
Horário: 12hs. no canal 17 - Fala Rondônia - Rede TV.

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Edifício Monte LÍbano



História do Edifício Monte Líbano

Foi a primeira construção totalmente em alvenaria feita em Porto Velho pelos anos de 1915 e 1917. Edificado pelo Libanês Jorge Bichara que concluiu em 1950. Trabalhou na construção o mestre de Obras Simplício José, maranhense que chegou a Santo Antônio em 1901 onde prestou serviços às empresas Suares & Hermanos e a May, Jackyll e Randolph. O prédio têm três pavimentos e no passado várias empresas ocuparam o local: Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários, INPS, Comércio Abidão Bichara, Empresa Aérea Cruzeiro do Sul, Shell Mex Brasil e a representação da Air France. O prédio foi abandonado e depois comprado pelo INSS – Instituto Nacional de Previdência Social. Restaurado na década de 1990.

quarta-feira, 10 de março de 2010




História do Bairro Caiary

O problema residencial nas décadas de 30 e 40 do século passado, em Porto Velho, era latente. O Diretor da E.F. Madeira Mamoré, Aluízio Pinheiro Ferreira, conseguiu a liberação de recursos financeiros junto ao Ministério de Viação e Obras Públicas, visando solucionar o problema. A construção das residências ocorreu na década de 40, situam-se nas Ruas Duque de Caxias e Santos Dumont, Avenida Presidente Dutra, Farqhuar, Carlos Gomes e Rogério Weber. Essas casas eram destinadas aos funcionários graduados da ferrovia, eram dotadas de sistema de ventilação, avarandadas, com rede de água encanada e instalação elétrica. O bairro formado recebeu o nome de Caiary. Na etimologia tupi-guarani, significa madeira em cima d’água.

terça-feira, 9 de março de 2010

Bastidores das gravações


O Trilhando a História repetiu a dose, uma promessa nossa foi cumprida, estamos falando de uma segunda Expedição a Machu Picchu para a gravação de novos programas. O que na realidade deveria ser a gravação de seis programas, acabou resultando em nove no total, um recorde para apenas 7 dias de trabalho intenso no país vizinho Peru.

A equipe do Trilhando viajou em 7 de janeiro de 2010 para o Peru pela rodovia do Pacífico, indo até Puerto Maldonado, cidade considerada a capital da Amazônia pelos peruanos, depois os aventureiros seguiram de avião até a capital do Império Inca Cusco, considerada o umbigo do mundo. O momento de maior felicidade da equipe esse ano, foi claro a visita em Machu Picchu e a maior surpresa a ida ao tão famoso Lago Titikaka, o maior lago do mundo na altitude de 3.000 metros. Segundo a pauta do Trilhando deveria ser apenas um programa a ser gravado no lugar, não restava dúvida após a estada no lago, que um programa não seria suficiente, principalmente pelas belas paisagens e riqueza cultural, por isso, foram gravados.

A maior parte do Lago Titikaka, cerca de 60% fica do lado peruano na cidade de Puno, nele existe cerca de 70 ilhas com povoados que vivem a moda antiga, com vestuários antigos e tradicionais, comidas típicas, costumes preservados e claro paisagens de filme. A equipe se encantou com a população da Ilha de Amantaní, tanto que resolveu dormir no pequeno povoado, para melhor captar a cultura,a história e os costumes da população. O difícil segundo o reporte cinematográfico Reinaldo Caverna foi à alimentação, bem diferente da culinária brasileira. Já para mim, foi o frio que na ilha chegou a 10 graus abaixo de zero.

A nova série de programas no Peru vai ao ar a partir de março na Rede TV Rondônia, canal 17, ao meio dia no programa Fala Rondônia apresentado pelo jornalista Domingues Júnior, e em horários alternativos no canal 25.

Aleks Palitot

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segunda-feira, 8 de março de 2010

Projetos Integrados de Colonização de Rondônia

O processo de ocupação humana de Rondônia ligado ao Ciclo da Agricultura, foi executado pelo INCRA, inicialmente, através dos Projetos Integrados de Colonização, PIC, e dos Projetos de Assentamento Dirigido, PAD, estrategicamente criados para cumprir a política destinada à ocupação da Amazônia rondoniense. Nesse contexto, o governo federal implantou o primeiro Projeto Integrado de Colonização no Território Federal de Rondônia: O PIC Ouro Preto, em 19 de junho de 1970. Esse projeto constituiu-se no principal responsável pelo surgimento de Ouro Preto d'Oeste como núcleo habitacional, e para o desenvolvimento da então Vila de Rondônia, hoje Ji-Paraná.

Implantado em terras férteis, na região central de Rondônia, às margens da BR-364, o PIC Ouro Preto, alvo de divulgação oficial em todo o País, principalmente nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, atraiu o mais intenso fluxo migratório dirigido a Rondônia em todos os tempos. A explosão demográfica provocada pela ocupação humana, das terras rondonienses, vinculada ao ciclo da agricultura, além de agricultores, constituiu-se de técnicos, comerciantes e profissionais liberais de todas as áreas, em busca de melhores condições de vida. Esses novos povoadores fixaram-se nos núcleos surgidos nas cercanias das estações telegráficas da Comissão Rondon, e expandiram sua áreas urbanas.

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sábado, 6 de março de 2010

História de Guajará Mirim


História de Guajará Mirim

Até os anos finais do século XIX, Guajará Mirim constituía-se apenas de alguns seringais, sem nenhuma povoação que chamasse a atenção. Com a construção da Ferrovia Madeira-Mamoré teve inicio a formação de um núcleo urbano a partir do ponto final da estrada de ferro. O nome Guajará Mirim em dialeto indígena local significa "Cachoeira Pequena". A região tinha seus seringais explorados pela Guaporé Rubber Company, então gerenciada pelo Coronel Paulo Saldanha.

Dentre os principais seringais locais destacavam-se o Rodrigues Alves, Santa Cruz e o Renascença. Os seringueiros viviam da coleta do látex e de um reduzido comércio com a vizinha povoação boliviana de Guayaramerim. Os indígenas que infestavam a região representavam uma constante ameaça e impedimento ao trabalho dos seringueiros. Dentre eles destacaram-se os Pacaás Novos.

Em 8 de outubro de 1912, foi instalado um posto fiscal em Guajará Mirim administrado pelo guarda Manoel Tibúrcio Dutra. O município foi criado em 1928, pela lei n° 991, assinada pelo presidente do estado do Mato Grosso, Mário Correia da Costa. A instalação do município da Comarca ocorreu em 10 de abril de 1929, tendo como lº Intendente nomeado, Manoel Boucinhas de Menezes.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Bastidores da Expedição Vila Bela - Mato Grosso

As cidades de Ouro Preto do Oeste (RO) e Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) ficaram pequenas para as aventuras dos alunos do Segundo Ano do Ensino Médio das Unidades I e II do Colégio Objetivo. A expedição Vila Bela, é a penúltima de uma série de três viagens que tem sua ultima parada na cidade de Costa Marques.
O primeiro destino da galerinha foi o Coimbra Park na cidade de Ouro Preto do Oeste, onde tiveram contato com alguns animais silvestres e aproveitaram para prática de esportes radicais.
Após forte emoção e muita adrenalina, os alunos partiram para a cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), para ter uma aula de história com o professor Aleks Palitot, onde visitaram o museu histórico, que também serviu como casa dos primeiros governadores, já que a cidade foi a primeira capital do Estado de Mato Grosso. No período da tarde os alunos fizeram uma trilha do Vale da Cachoeira de Jatobá até a Serra Ricardo Franco, durante a mesma tiveram aula de biologia e geografia com os professores Trindade e Sueli.
No ultimo dia, a expedição visitou a tradicional casa do senhor Lelis, que é um dos principais personagens do festejo do Congo, festa que acontece no mês de Junho e mantém vivo a cultura, os traços e a identidade do povo africano que habita a região.
Para finalizar a inesquecível viagem, os alunos visitaram a cachoeira dos namorados, que despertou em alguns o sentimento do nome, a cachoeira é uma das mais lindas e maiores de Mato Grosso com 90 metros.

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Bastidores da Expedição Guaporé



Os alunos do Ensino Médio do Colégio Objetivo participaram do Projeto Pedagógico ´´Expedição Guaporé``, de 2 à 6 de setembro de 2009, pelo interior do Estado de Rondônia, com objetivo de fazer com que os alunos adquirissem conhecimentos históricos, geográficos e ambientais do Vale do Guaporé, estabelecendo relações entre o espaço físico e dificuldade que os primeiros desbravadores encontraram em Rondônia.
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História do Mercado Municipal ( Mercado Cultural )

A origem da construção do Mercado Público coincide com a instalação do Município de Porto Velho, no dia 24 de janeiro de 1915, Major Fernando Guapindaia, resolveu criar o Mercado para resolver o abastecimento de carnes verdes. A primeira parte da edificação foi construída pelo português Pedro Renda. A obra ficou paralisada durante 15 anos e foi concluída apenas em 1950, quando Ruy Catanhede era Prefeito de Porto Velho.

A concepção arquitetônica do prédio lembrava o estilo “art-decort” da primeira metade do século XX. Possuía quatro portais e em seu interior havia quatro pavilhões distribuídos em uma área de 1.405 m², contento quarenta e quatro boxes.

quarta-feira, 3 de março de 2010

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Vídeo dos bastidores da Expedição Madeira Mamoré em 2007, com o Colégio Objetivo. Esse é um dos vídeos que deu origem ao Trilhando a História. Uma corrida de carros de controle remoto na Serra dos Pakaas.

Colégio Salesiano ( Seminário Maior João XXIII)

Seminário Maior João XXIII antigo Colégio Dom Bosco é uma edificação das mais antigas de Porto Velho. A pedra fundamental foi lançada em 7 de julho de 1935, a construção ficou sob o comando do português Pedro Renda . O prédio foi construído para atender a congregação salesiana que visava a constituição de um colégio internato e semi-internato, foi reconhecido como Ginásio Dom Bosco pelo governo federal em 1945.

terça-feira, 2 de março de 2010



Palácio do Governo ( Palácio Presidente Vargas)

Em 13 de setembro de 1948 o Governador do Território Federal do Guaporé Joaquim Araújo Lima, lançava a pedra fundamental do futuro Palácio do Território. O engenheiro civil responsável pela obra foi José Otino de Freitas, que projetou uma edificação com linhas sóbrias e elegantes, com características eruditas. No primeiro governo de Ênio Pinheiro dos Santos (1953-1954) foram concluídas as obras e o Palácio foi inaugurado no dia 29 de janeiro de 1954, durantes as comemorações dos dez anos de instalação do Território Federal.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Cuzco, o centro do mundo


Cuzco é a capital arqueológica da América do Sul. Possui hoje em torno de 300.000 habitantes e está a 3326 metros acima do nível do mar.

possui uma excelente infraestrutura voltada para o turismo (possivelmente a melhor do Peru), com hotéis, restaurantes e serviços que atendem aos milhares de turistas que a visitam vindos de todas as partes do planeta.

Ao contrário da Bolívia, não espere gentileza ou delicadeza dos guias turísticos. Negocie bem os pacotes e veja claramente o que está incluído.

Você poderá comprar roupas, artesanatos, etc. mas pechinche bastante. Tome muito cuidado com moedas falsas de 10, 20 50 e 100 soles. Procurem conhecer bem as notas para saber se são verdadeiras ou falsas.

O nome original da cidade era Qosq'o em Quechua, que significa o umbigo do mundo. É chamada a cidade imperial dos incas. As ruas principais de Cuzco contém restos de paredes incas. A cidade foi praticamente destruída pelos

conquistadores espanhóis que construíram suas casas sobre os muros de pedras incas, construindo os monumentos que ali se encontram.

A Praça das Armas, antes conhecida como Wajaypata nos tempos incas foi o centro de muitas celebrações e se mantém até hoje como o ponto central de reuniões.

Os incas tinham como estrutura política o Ayllu ou comunidade civil. Este núcleo era formado por pessoas com laços sanguíneos em grandes famílias, cuja principal atividade era o trabalho da terra, que era de uso comunitário.

Os incas conquistaram grandes territórios impondo em todos eles o conceito do Ayllu, desta forma conseguiam manter o governo central.

O chefe inca (El Inca) estava rodeado de um grupo, elegido entre os caciques vencidos, que se encarregavam de manter os princípios religiosos e desenvolver todo o tipo de manifestação cultural. Desta forma também se evitava qualquer possibilidade de oposição à absoluta autoridade do Inca.